Entenda a diferença entre salário liquido e salário bruto

Quando o trabalhador presta serviços para uma empresa e esta assina a sua carteira, as leis trabalhistas garantem que ele receba remuneração mínima. Esta remuneração é chamada de salário mínimo e é fundamental para cumprir com as necessidades do funcionário.

Mas afinal, qual a diferença entre o salário líquido e o salário bruto? Pra entender melhor estas nomenclaturas, leia o texto a seguir e saiba de tudo:

O que é o salário bruto?

O salário mínimo é um beneficio muito importante que influencia em diversos aspectos da economia do país. Anualmente, são realizadas pesquisas e cálculos que definem uma cifra ideal para remuneração base. Atualmente este valor é equivalente a R$ 954,00, mas vale lembrar que há grande expectativa para o reajuste do salário mínimo 2019.

O salário bruto que você deverá receber será equivalente ou superior ao salário mínimo vigente. Este valor cheio é combinado durante a contratação.

Esta quantia representa a remuneração base confirmada pelo empregador sem nenhum tipo de aplicação de desconto. É importante ressaltar que esta não será a quantia disponível para saque na sua conta salário.

O que é o salário liquido?

Existem alguns impostos e taxas que são obrigatórias e fundamentais para o funcionamento de alguns benefícios, como é o caso do Imposto de Renda e o desconto do INSS.

Estes e outros valores serão subtraídos do seu salário bruto. Após este cálculo, a remuneração que ficará para ser sacada representa o salário líquido.

Caso haja dúvidas da quantia descontado, você pode rever as taxas e descontos na folha de pagamento. Assim, você saberá quanto irá receber e o que está sendo subtraído do seu salário bruto.

E o piso salarial?

Com tantos nomes, o trabalhador pode ficar confuso, entretanto vale ressaltar a importância de entender os seus direitos. Enquanto o salário mínimo irá representar a remuneração base, calculada a fim de suprir as necessidades básicas do trabalhador e dos seus dependentes legais, o piso salarial está relacionado a profissão.

Uma vez que o salário mínimo será igual para todo o país, o piso salarial pode ser diferente para as mesmas profissões em alguns estados. A definição desta cifra é decidida por meio de congresso e levará em consideração a situação de trabalho de cada área profissional.

Tanto o salário mínimo, quanto o bruto e o liquido são importantes e devem ser de conhecimento dos brasileiros. Não deixe de se informar e garanta o funcionamento dos seus benefícios!

4 Serviços que São Prestados pela Caixa Econômica Federal

A Caixa Econômica Federal oferta uma série de serviços para simplificar a vida de seus usuários, e para que você saiba quais são esses serviços selecionamos 4 dentre os mais buscados e trouxemos para esse post, acompanhe e saiba mais informações.

Grande parte dos serviços disponibilizados pela Caixa podem ser acessados por meio da internet, a seguir iremos conferir um pouco mais sobre o assunto, acompanhe!

Serviços prestados pela Caixa Econômica Federal

A Caixa Econômica Federal é atualmente o principal banco público do país, por esse motivo centenas de brasileiros utilizam serviços disponibilizados por esse banco diariamente.

Alguns dos serviços mais usados pelos clientes da Caixa Econômica Federal são:

  • Transferência entre bancos (DOC ou TED);
  • Consulta de extrato FGTS;
  • Extrato e pagamento de cartão;
  • Consulta Bolsa Família;
  • Entre outros.

Grande parte desses serviços estão disponíveis por meio do aplicativo CAIXA, e a seguir veremos mais detalhes sobre como utilizar 4 desses serviços.

Extrato do FGTS

Vamos começar falando sobre a consulta ao seu extrato do FGTS, que é o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

Esse Fundo de Garantia é um valor que pode ser sacado quando o trabalhador é demitido sem justa causa diante a abertura de uma conta que esteja vinculado ao seu contrato de trabalho.

Veja como realizar essa consulta:

  • Acesse o site da Caixa Econômica clicando aqui;
  • Informe o NIS (PIS/PASEP);
  • Informe a sua senha Internet;
  • Marque a opção Não sou um Robô;
  • Clique em OK.

Consulta Bolsa Família

O Bolsa Família é um programa do Governo Federal para transferência de renda afim de garantir o direito a alimentação, a educação​ e a saúde​.

Milhares de famílias recebem esse benefício, e você pode consulta-lo por meio do aplicativo CAIXA ou por meio da internet no site.

Veja como realizar essa consulta:

  • Acesse o site da Caixa Federal
  • Escolha a forma que deseja realizar sua consulta:
  1. Consulta benefícios por UF;
  2. Consulta benefícios por município;
  3. Consulta benefícios por família.

Informe os dados solicitados para consulta e clique em Consultar.

Consulta ao PIS

PIS é o Programa de Integração Social, uma contribuição tributária que possui o objetivo de financiar o pagamento do seguro desemprego, do abono salarial e também a participação na receita dos órgãos e entidade para trabalhadores tanto de empresas públicas quanto das privadas.

Você pode realizar uma consulta por meio do site da Caixa Econômica para conferir se existe saldo do PIS para ser sacado, a seguir veja como realizar essa consulta:

  • Acesse o site da Caixa
  • Informe o CPF ou o NIS/PIS /PASEP;
  • Selecione a sua Data de Nascimento;
  • Responda se Você é Aposentado;
  • Marque a opção Não sou um Robô;
  • Clique em Continuar.

Consulta ao Seguro Desemprego

Está recebendo o Seguro Desemprego? Então saiba que você pode realizar consultas ao seu pagamento por meio da internet, veja como no passo a passo a seguir:

  • Acesse o site da Caixa
  • Informe o número do seu NIS (PIS/PASEP);
  • Informe a sua Senha Internet;
  • Marque a opção Não sou um Robô;
  • Clique em Ok.

Uber vs Carro próprio: Qual a melhor opção para economizar?

Se locomover de um ponto a outro, ás vezes pode envolver outros aspectos como o conforto, o tempo e principalmente o preço. Muita gente hoje em dia se locomove bastante através do aplicativo Uber, mas será que é mais econômico do que possuir o seu próprio carro? Para entender melhor as duas opções e qual delas é a mais barata, leia o texto a seguir:

Ambas as opções podem ser muito positivas para você, mas é preciso colocar na balança o que é prioridade no seu dia-a-dia e pensar bastante. Tanto andar de Uber como andar no sue próprio carro pode ter vantagens e desvantagens. por isso, confira as informações abaixo antes de se decidir.

Vantagens do Uber

IPVA

O IPVA é um dos impostos obrigatórios para os proprietários de veículos do Brasil. Em alguns estados, como o Rio de Janeiro, a taxa é muita alta e pode ser uma desvantagem possuir um veículo para quem não tem direito a isenção IPVA RJ.

Quem optar por ir de um ponto ao outro de Uber, não precisará cumprir com o imposto, mas quem estiver pensando em comprar um veículo é importante ficar atento à Tabela do IPVA RJ ou a tabela de seu estado.

Licenciamento

Anualmente, é preciso cumprir o licenciamento do veículo para comprovar que o mesmo está apto para circular nas avenidas. Quem andar de Uber não precisa se preocupar em liberar esta documentação.

Desvantagens do Uber

Depender de terceiros

O Uber oferece muita praticidade, mas em contrapartida faz com que você dependa de terceiros para se locomover e isto pode ser negativo.

Viagens com preço mais alto

Quando a demanda de veículos está alta em uma região ou em horário, você pode acabar pagando mais por sua viagem. Não é possível prever quando o preço vai subir ou descer.

Vantagens do Carro Próprio

Propriedade

O carro será propriedade sua e você terá autonomia para zelar e customizar o seu veículo como quiser.

Independência

Quem tem carro próprio dispõe de muita independência para ir e vir dos lugares, sem contar que não precisa esperar a disponibilidade do motorista e o tempo de chegada.

Desvantagens do Carro Próprio

Gasolina

Além dos gastos com os impostos para veículos, vale lembrar que você terá de lidar diariamente com o preço da gasolina.

Desvalorização do veículo

Com o passar do tempo, o veículo que você adquiriu vai se desvalorizando, isto quer dizer que o preço de venda dele vai cair e você pode acabar tendo um gasto maior depois.

Qual a diferença entre corretora e bancos?

Muita gente pensa que instituições semelhantes são geridas da mesma maneira, mas é importante enfatizar que sempre há distinções a serem mencionados. Por exemplo, você sabe qual a diferença entre corretora e bancos? Na hora de fazer um investimento ou resolver alguma burocracia, você deve pensar bem. Por isso, entenda um pouco mais sobre estas duas instituições a seguir:

Qual a diferença entre banco e corretora?

Quando o assunto é finanças, você deve saber muito bem onde está colocando o seu dinheiro e em quem está confiando. Toda instituição representará algum tipo de recurso ou benefício para você, mas é preciso avaliar minunciosamente e comparar com as suas condições. Nem sempre o que funciona para o financeiro de alguém, irá funcionar para o seu.

Para decidir qual a melhor opção para você, é preciso analisar bem as propostas do banco e da corretora. Entenda a diferença entre ambos a seguir:

Banco

O banco dispõe de acessos práticos e já conhecidos, devido a isto, acabam tendo muita circulação de clientes. Mas geralmente, ao investir junto à instituição, o retorno financeiro recebido não é tão grande.

Além do acesso prático, o banco também irá representar segurança para os seus clientes, por isso mesmo o o retorno mediano, muita gente prefere lidar com esta instituição do que se arriscar em outras.

Esta opção é recomendada principalmente para quem quer investir valores pequenos e não quer lidar diretamente com os negócios, ou seja, quem quer apenas entrar com o financeiro.

Em casos de movimentações maiores, pode ser que o banco exija a apresentação do seu Imposto de Renda ara garantir que você não está sonegando impostos. Então, para assegurar que sua documentação estará em dias e devidamente declarada, fique por dentro do IRPF 2019.

Corretora

Visando atrair mais clientes, muitas vezes, as corretores oferecem propostas muito boas que devem ser analisadas. Diferente dos bancos, aqui se dará melhor o investidor que entrar com um valor grande.

Geralmente, as corretoras oferecem taxa de administração mais baixo e acabam atraindo mais investidores por conta disso. Vale lembrar também, que quanto mais antiga e bem sucedida a instituição, mais seguro será o seu retorno.

Ambas as instituições podem oferecer boas oportunidades para o investidor, o que irá definir a escolha entre elas é o que a pessoa está procurando e quais as suas prioridades.

Para esclarecer o valor das taxas de administração, de retorno e de movimentação, o ideal é procurar o banco e a corretora de sua confiança para se informar e decidir o que será melhor para você.

Cinco dicas para entrar em 2019 sem dívidas

A promessa de um ano novo traz a ideia de começar tudo novo, e para as dividas, começar com tudo zerado. Mas considerando que com o começo do ano surgem um monte de pagamentos novos a serem feitos, como é possível não ficar endividado já nos primeiros meses do mês?

A fim de ajudar os brasileiros que querem começar o ano zerados, trouxemos aqui cinco dicas para entrar em 2019 sem dividas. Confira tudo no texto a seguir.

1. Esteja preparado para o IPVA

O IPVA corresponde ao Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores e a sua quitação é obrigatória. Muitos motoristas são pegos de surpresa por esse valor e acabam tendo muita dor de cabeça!

Sem pagar o IPVA, fica impossível para o motorista realizar o seu Licenciamento 2019, portanto, vale conferir os valores antes e não pagar fora do prazo, pois isto gera multa. Confira o IPVA RJ, ou o IPVA do seu estado.

2. Aproveite o 13º salário

Uma boa dica é aproveitar o 13º salário para quitar os seus débitos ou guardar para uma situação futura. Ao invés de comprar alguma coisa, muito melhor é garantir que seus boletos estejam zerados.

Começar o ano com as dividas zeradas trará equilíbrio financeiro para o seu bolso pelo resto ano e pode estabilizar a sua situação!

3. Comece a pagar à vista

É importante também que você comece a criar o hábito de pagar à vista. Mesmo que você fique com uma verba menor, lembre-se que não ficará devendo e terá seus próximos pagamentos livres de boletos!

Se não puder pagar à vista, a dica é que você não parcele em mais de três vezes. Com poucas parcelas, você fica livre de juros e pode controlar seus gastos sem acumular dívidas.

4. Prepare-se para o Imposto de Renda

Outro imposto para o qual você deve estar preparado é o IR. A dica é que você visite o site da Receita Federal para ficar por dentro de tudo e faça os cálculos antes do prazo de pagamento.

Sabendo da cifra exata que terá de possuir, você poderá controlar seus gastos e não ficar devendo nenhum imposto. Afinal, o não cumprimento de impostos obrigatórios gera a cobrança de multas e acréscimos de juros.

5. Reveja seus gastos e hábitos

Para, além de começar 2019 sem dívidas, você se manter nessa condição é importante reavaliar a sua situação financeira. Anote todos os seus gatos e tente calcular o quanto do seu salário você está gastando.

Ao passar para o papel, separe o que for necessário do que não é tão fundamental assim para sua vida e estabeleça novos hábitos!

Quais principais obrigações do MEI?

O número de pessoas que trabalham para por conta própria é crescente. Já é ou quer se tornar um individuo autônomo formalizado? Saiba que estando em situação regular com suas obrigações, você também tem direito a uma série de benefícios. Mas você sabe quais são  esses deveres? A seguir você irá conferir as principais obrigações do MEI.

Se você está planejando se tornar um MEI ou considerando as vantagens de estar ativamente cadastrado, é preciso que você saiba de alguns deveres básicos. Caso não cumpra algumas obrigatoriedades fiscais, o beneficiado pode ter seu CNPJ cancelado e perder todas as vantagens previdenciais. Confira abaixo:

Guia DAS

O DAS corresponde ao Documento de Arrecadação do Simples Nacional. Os valores do DAS podem variar de ano para ano, por isso fique atento ao valor cobrado para este ano. É necessário que o MEI pague mensalmente a quantia referente a estes tributos obrigatórios previstos pelo DAS. A cobrança é do Comércio/Indústria – ICMS, Serviços – ISS e Comércio e Serviços – ICMS e ISS.

Relatório das Receitas

É necessário que o individuo autônomo registrado como MEI preencha o relatório mensal das receitas do mês anterior até o dia 20 de cada mês. Nesse relatório devem estar presentes notas fiscais dos produtos adquiridos, as notas emitidas pelo empreendedor e as de serviços.

Nota Fiscal

Outra obrigatoriedade do trabalhador formalizado é a emissão de notas fiscais. Mas quando elas devem ser emitidas? Sempre que forem realizadas vendas e prestações de serviços a pessoas jurídicas, ou seja, empresas de qualquer porte. Mas quando trata-se das transições com pessoas físicas, não é necessário que o MEI emita notas fiscais.

Declaração Anual

O MEI precisa declarar anualmente o valor faturado do ano anterior. É possível fazer a declaração pela internet, no conforto de casa, e ela é inteiramente gratuita. Mas se optar concluir a tarefa através do Simples Nacional, só a primeira declaração será gratuita. Vale lembra que tudo deve ser devidamente concluído no prazo.

No geral, o MEI não é obrigado a declarar o DIRPF, Declaração de Imposto de Renda de Pessoa Física mas fica limitado às seguintes taxas:

8% para comércio, indústria e transporte de carga;

16% para transporte de passageiros;

32% para serviços em geral.

O trabalhador autônomo formalizado, na situação de contribuinte, não está isento de apresentar a declaração anual de ajuste de IRPF. Portanto, é indispensável ficar atento a declaração imposto de renda 2019 .

O descumprimento das obrigatoriedades citadas pode levar o MEI a perder seus benefícios e não poder se cadastrar novamente. Com o cadastro do autônomo formalizado você terá direito a serviços bancários e crédito, assim como baixo custo mensal de tributos. Esteja regularizado e dentro do prazo!

SAIBA COMO ESTAR ALGUNS DOS VENCEDORES DO BBB

Um dos reality shows mais famosos do País, o Big Brother Brasil ganha destaque não somente pela estrutura do programa ou pelas provas e festas que acontecem durante as edições, mas também pelo tão desejado prêmio dado ao finalista campeão.

Com as inscrições para participar do BBB 19 abertas, muita gente começa a sonhar com o tão desejado um milhão e meio de reais. Mas você lembra quem são os campeões das edições passadas do BBB? Separamos alguns vencedores desse reality para você saber como eles estão hoje. Confira:

Kléber Bambam

Primeiro vencedor do reality no Brasil, Kléber Bambam fez história no programa. Hoje com 40 anos, Bambam ainda é reconhecido não somente por ter levado uma bolada para casa, mas principalmente por ter criado a boneca Maria Eugênia durante o confinamento.

A cena em que ele chora no confessionário implorando pela volta da boneca, que tinha sido retirada da casa pela produção, marcou. Bambam foi convidado a participar da edição do BBB 13, mas não suportou novamente o confinamento e saiu logo nos primeiros dias.

Na época, o valor do prêmio era de 500 mil reais, e Kléber afirma ter investido boa parte em imóveis. Hoje, ele revela que acumulou uma fortuna estimada em mais de R$ 6 milhões. Atualmente o paulista trabalhar como Dj e possui uma loja de produtos esportivos, além de manter um canal no YouTube batizado com o seu nome.

Jean Wyllys

O ganhador do BBB 5 disputou a final com Grazi Massafera, hoje atriz. Esta foi a primeira edição que o prêmio era de R$ 1 milhão. Mas Jean não seguiu a carreira artística também não revela o que fez com o dinheiro.

Hoje ele é deputado Federal pelo PSOL do Rio de Janeiro e também apresenta o programa “Cinema em Outras Cores”, do Canal Brasil. Apesar de não falar sobre o reality, Jean escreveu o livro “Ainda Lembro”, de 2005, que tem orelha assinada por Pedro Bial, onde fala um pouco sobre sua participação no programa.

Diego Alemão

Diego Gasques, mais conhecido como Alemão, conquistou o prêmio na sétima edição do Big Brother Brasil. Personagem de uma das maiores polêmicas da edição, Alemão protagonizou o primeiro triangulo amoroso do reality.

No início do confinamento ele se envolveu com Fani, mas em seguida não resistiu aos encantos de Iris, com quem namorou algum tempo após o término do programa. O ex BBB afirma ter investido o dinheiro do prêmio em imóveis.

Atualmente Alemão é sócio de uma empresa do ramo de construção civil e trabalha com sua imagem, onde chega a cobrar R$10 mil por sua presença em eventos.

Fernanda Keula

Vencedora da edição do BBB 13, Fernanda Keula é uma das poucas participantes do reality que continua na mídia. Apesar de não gostar de falar muito sobre o dinheiro que ganhou no programa, Fernanda, largou a advocacia para se dedicar a carreira artística.

Em 2014, Fernanda apresentou o programa “Prato e Panelas”, da Globo Minas e em 2015 ficou à frente de um novo programa na mesma emissora chamado “Moda & Estilo”. No BBB 18, foi convidada para ser repórter do reality junto com Vivian Amorim, vice-campeã da décima sétima edição do Big Brother Brasil.

5 PASSOS INICIAIS PARA CRIAR UMA LOJA VIRTUAL

Que o Brasil enfrenta uma enorme crise financeira, todos nós já sabemos. Mas o que fazer se a instabilidade do comércio não colabora?

A alternativa de muita gente está sendo empreender, e o comércio virtual, chamado E-commerce, é uma ótima dica para quem deseja abrir seu primeiro negócio por meio da internet. Segundo o Sebrae, no Brasil, mais de 70% dos E-commerces são pequenas e médias empresas.

E as vantagens são muitas. Uma delas é que você não precisa adquirir um ponto comercial físico e pode vender seus produtos e serviços para qualquer cliente no mundo. Por isso separamos 5 passos iniciais para você criar sua loja virtual.

Planeje

Qualquer empresa precisa de um planejamento para ser bem sucedida. Com o E-commerce não é diferente.

Considerar as demandas do setor que a empresa irá atuar, definir o mercado potencial, conhecer a concorrência e entender quais os desafios da área são primordiais para o sucesso do seu negócio. Outro ponto fundamental é focar no público e não no produto.

Escolha a plataforma

A escolha da plataforma que você irá utilizar para sua loja virtual deve ser feita de maneira cuidadosa. É fundamental que atenda as necessidades que você encontrou no planejamento inicial.

Existem alguns tipos de plataformas online. As gratuitas, que geralmente não permite que você faça uma customização total da loja, já que tem suas funções limitadas, e as pagas, que permite que sejam feitas diversas modificações, além de dar suporte para eventuais dúvidas. Essa última opção, normalmente cobram um percentual sobre o faturamento de sua loja.

Formas de pagamentos

Outro passo fundamental é a escolha das formas de pagamento que sua loja virtual irá oferecer. Existem no mercado basicamente três tipos de formas de pagamento: Integração direta com as operadoras, Intermediadores de pagamento e Gateways de pagamento.

A Integração direta é feita entre a loja virtual e as operadoras de cartão. Essa forma de pagamento não gera taxas para o empreendedor, mas é necessário a instalação de um software para realizar a análise dos cartões, e esse custo fica por conta do lojista.

Já os Intermediadores  de pagamento é a mais indicada para quem está iniciando no mercado virtual pela facilidade e pelo custo-benefício. Um simples cadastro é suficiente para adquirir esse tipo de recurso. No entanto, os Intermediadores cobram uma taxa, além de um valor fixo por transação efetuada.

Os Gateways de pagamento é um sistema mais robusto, que é indicado somente para quem já está estabelecido no mercado, pois cobram uma taxa fixa por operação.

Segurança do seu E-commerce

O Decreto Federal 7.962/13, conhecido como A Lei do E-commerce, exige que as lojas virtuais tenham um sistema eficiente de segurança, pois caso não possua, se houver vazamento de dados, a empresa pode ser responsabilizada.

Busque por certificados de segurança e um sistema de pagamento que ofereça segurança nas transações.

Logística

Essa é a parte “física” do seu negócio. É preciso definir qual tipo de estratégia de entrega sua loja irá adotar. O serviço dos Correios e transportadoras são as soluções mais comuns dos E-commerces.

FONTE

COMO FUNCIONA O QUERO BOLSA?

O fator econômico é um dos principais motivos de estudantes brasileiros ainda não terem em seu currículo um curso de ensino superior. Você também deseja fazer uma graduação, mas não tem condições de bancar uma faculdade privada?

O Governo Federal vem disponibilizando, nos últimos anos, programas de financiamento ou de bolsa estudantil como o ProUni 2019 e o FIES.

No entanto, atualmente no mercado existem diversos programas de bolsas e descontos de iniciativa privada para quem pretende incrementar o currículo com um curso superior.

Criado em 2012, o Quero Bolsa, por exemplo, é um site especializado na oferta de bolsas de estudos que disponibiliza descontos de até 75% no valor de mensalidades até o fim do curso em diversas instituições privadas no País.

Ao contrário de outros, nele não é necessário ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), além de também não precisar comprovar renda e não haver cobranças de renovação da bolsa.

O Quero Bolsa lida com as vagas que não foram preenchidas pelos processos normais de seleção das instituições, negocia os descontos com cada uma delas e divulga as oportunidades em seu site. Assim você pode comparar os cursos, as faculdades e os preços oferecidos.

Mas como fazer para garantir uma bolsa de estudos pelo Quero Bolsa?

É simples e rápido. Você só precisa acessar o site do programa e preencher as informações solicitadas, como a cidade que você pretende estudar, o curso, se é graduação ou pós-graduação, qual a instituição que prefere, a modalidade (presencial ou a distância) e até quanto pode pagar.

Em seguida é só clicar em “Buscar bolsas”.  As possibilidades de bolsas disponíveis vão aparecer e caso não haja nenhuma vaga com as informações que você solicitou, o site irá te dar alternativas que se assemelham com suas preferências.

O programa também disponibiliza informações detalhadas sobre cada vaga, como por exemplo, qual o percentual da bolsa, o preço da mensalidade normal ou com o desconto já aplicado, além de outras questões sobre o curso, como o tuno, a modalidade e o tempo de duração.

O site ainda fornece informações sobre o mercado de trabalho da profissão escolhida, o endereço da unidade que oferece o curso, entre outros.

Depois de ler todas as condições do programa, se tudo estiver de acordo com as suas preferências, você deve realizar um cadastro. No entanto, para completar o processo e garantir a bolsa é necessário pagar uma taxa de pré-matrícula.

Feito isso, é só ir pessoalmente na instituição de ensino com todas as documentações necessárias, inclusive o comprovante de pagamento e finalizar a matrícula para garantir um futuro de sucesso!

VALE A PENA FINANCIAR UM CURSO FIES?

Você deseja fazer um curso de ensino superior, mas não conseguiu passar em uma universidade pública pelo vestibular tradicional nem conseguiu atingir a média para o SISU 2019? Também não tem grana para bancar as mensalidades de uma instituição privada? Calma, você não está sozinho.

Nos últimos anos a procura por cursos de graduação cresceu. No entanto, apesar de as matrículas em instituições de nível superior terem subido de 8,03 milhões em 2015 para 8,05 milhões em 2016, por exemplo, se comparado aos anos anteriores, houve uma diminuição no ritmo de crescimento.

Um dos motivos para essa desaceleração se dá por conta da crise econômica que se instalou no País. Mas você não precisa desanimar. Existem, no mercado, diversas opções para ingressar no ensino superior.

Além de garantir uma boa nota no resultado do SISU, você pode procurar por bolsas de estudo, e até ótimos descontos e financiamentos para incrementar o currículo com uma graduação, como por exemplo o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

O Fies é um programa do Governo Federal de financiamento estudantil, que existe desde 1999 e que garante juros mais baixos que os praticados pelo mercado, além de permitir que a dívida só comece a ser paga após um ano e meio da formatura.

Para saber se você se encaixa nos pré-requisitos exigidos pelo programa é necessário consultar o portal do Fies.

A dúvida que muitos estudantes têm é se vale a pena financiar um curso através do Fies. Por isso esclarecemos aqui quais as vantagens e desvantagens do programa, para que você descubra se pedir esse financiamento é uma boa ideia para seu bolso e para seu futuro.

Vantagens

O Fies é uma alternativa à bolsa de estudos. Se você não conseguiu uma bolsa para estudar na faculdade privada que deseja não quer dizer que você não possa mais estudar lá.

Se a renda mensal da sua família for menor do que 20 salários mínimos, ou seja, R$ 19.080, você pode financiar seus estudos. Dependendo da sua renda familiar, o financiamento do seu curso pode ficar entre 50% e 100%.

A taxa de juros cobrada pelo Fies é de 0,279% ao mês, o que é o mínimo, se comparado as taxas cobradas pelo mercado.

Além disso o prazo para quitar seu curso é longo já que toda ou a maior parte da faculdade será paga somente depois que você se formar. O prazo é de até 18 meses para começar a pagar após a conclusão do curso. A ideia do programa é que durante esse tempo, você já deve estar financeiramente estabilizado, podendo arcar com as parcelas do financiamento.

Desvantagens

Apesar de o Fies disponibilizar 18 meses para começar a pagar a dívida, nada garante que você estará empregado e estabilizado financeiramente. Se por acaso você não conseguir pagar ao Fies, deverá arcar com multas e despesas financeiras elevadas, além de correr o risco de ficar com o nome sujo

Outro ponto é que nem todo mundo está apto a receber os benefícios do Financiamento Estudantil, pois é exigido vários requisitos para conseguir se encaixar no Fies.